Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Just a little pin prick (palavras sem fotografia)

 

Pensava eu que o mundo acabaria – mais tarde ou mais cedo – por ceder simpatias, coisas dispersas e avulsas (raras), de cheiro a mofo de não usar, descontinuadas, mas felizes. Não passou tudo de mera expectativa, da pior ilusão, enganei-me no espelho (olha para ti, sou eu) um acumular de contínuos “Dons Sebastiões” em espera que a meteorologia lhes desse uma manhã de nevoeiro cerrado e esperançoso, que tardou sempre em chegar, e onde após debelar a negação, se descobre que mesmo o mais cerrado de todos não encobre nada, é fumo de um fogo comum, apenas um ligeiro camuflado, pequena brisa suja, manto de tecido leve, que distorce mas não esconde ou trás nada que não estejamos à espera, eterno embrulho de presente que pelo toque sabemos sempre serem meias de desporto contrafeitas, e que, por suposição, experiência, mas nunca sorte, quase que adivinhamos a cor branca, eterna frustração de quem sabe sempre o que lhe espera, hoje, amanhã e depois, Tigre amansado que vive num habitat controlado, genérico, pouco expressivo, desgastante, forçado, definido, pois tudo é-lhe "explicitamente numas/aparentemente noutras" dado, nada obtido por esforço real ou vontade própria, tudo em troca de uma falácia, de uma ilusão, de um gesto maquinal de fera, uns quantos abrires de boca de tédio (bocejos) e revolta (rosnares)…

 

 

O Tigre não faz ron ron
O Tigre só quer caçar
O Tigre nunca foi bom
É fera que quer matar

 

 

Não quero mais comer dessa carne, oferecida em mão, talhada de seu nervo, de ossos escolhidos a dedo, de níveis medidos, analisados, não quero beber mais água límpida, filtrada, aditivada, quero o que calha, o que me calha, o que mereço, parem, por favor parem!! Libertem as amarras invisíveis, mordaças mentais, eu estou a rosnar, enfurecido, não é felicidade, não quero os vossos sorrisos, não me tirem fotos, estas árvores não são daqui, foram aqui plantadas, estas pedras fazem parte dos sonhos de uma Arquitecta, de um Biólogo, de alguém, não foi a natureza que as escolheu… eu não sou daqui… eu não pertenço aqui… eu não sou livre, não sou o que estão a ver… metam uma ponte no fosso e eu juro que passo, eu juro que trinco, mordo e mato… julgam-me mal… não simpatizo com as vossas simpatias… preservar dizem vocês… amor dizem sentir… amor por vocês sim, mas não me façam de joguete, marioneta do vosso egoísmo, demanda de em tudo mandar, de tudo subjugar, estou cansado dos vossos gostos, regras e vontades… quero morder o braço frágil e quebradiço de uma criança, não me conhecem, quero matar 2 ou 3 antes de ser sedado, quero sentir o sangue quente de uma jugular a escorrer-me pela garganta, quero lamber as minhas patas pastosas de sangue coagulado, quero ser odiado, quero que alguém se arrependa de me ter pensado bonito e dócil, não sou peluche, não sou producto de prateleira de hipermercado nem personagem ternurenta de filme domingueiro de animação, quero ser abatido se for preciso, morrer a tentar viver …

 

Deixem-me mostrar o que sou, o que realmente sou, pois até agora não sabem ou conhecem nada…nada!!!!

 

 

O Tigre não está mansinho
O Tigre não está quebrado
O Tigre não quer um destino
De outros para ele traçado


 

E uma besta fechou os olhos, seguiu a viagem do livre arbítrio, nesse caminho pintado a negro, breves segundos espaçados de um flash, invadidos depois de cor, das coisas que queria e quer, de lugares onde nunca esteve mas sonha, de coração acelerado que pára, mas que numa eternidade indefinida e secreta…ecoa…

 


Mr Anger às 16:45
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45 comentários:
De Ironia a 6 de Novembro de 2009 às 18:25
Hummmmmmmm... Hummmmmmm....
Que nevoeiro tão espesso paira por aqui... .D :D :D
Não consigo ver nada, nada, e o D. Sebastião se vislumbra no horizonte...
Que trevas pairam aqui!
Hei-de voltar a ler, reler, reler e remoer... Tudo tão confuso e o nevoeiro é realmente denso... (Por anda o Sol?)
Quiçá, quando a atmosfera desanuviar um pouco :D, voltarei cá para comentar...
Hades ver Ó Anger... que ainda volto antes de D. Sebastião.


De Ironia a 6 de Novembro de 2009 às 19:49
Mister,
Ora, cá está estou eu, a chata, chatérrima da Ironia. Esta Ironia é infatigável. Favas!

Há coisas que me escuso de comentar... ao largo...ao largo...

Tenho uma especial predilecção por Revoltados, que hei-de eu fazer?? :D :D
Entendo-os tão bem (acho eu...), já desbravei mato à toa, arranhei-me toda nas silvas à toa, para fugir dos humanos... (Terei sido uma tigreza tresmalhada??) Fugir aos "ditos humanos"... do Caraças!

(Atenção: Entender não é = a Amar)

Entretanto aprendi, de tanto bater com a cabeça em muros - de becos sem saída (assim pareciam) - que a Raiva indomada e indomável, prejudica-me primeiro a mim, depois a mim... e por último a inocentes... Que é isso de: "quero morder o braço frágil e quebradiço de uma criança..."??? (Já não basta aos pequenitos o vergonhoso mundo social que herdam??? Não vou pelo caminho do ódio: Não, Não e Não! Pelo do Amor? Acho que também não... hummmm não me parece... e, no entanto, amo as crianças e os jovens, em especial os revoltados. Ainda está para nascer o primeiro que se revolta - por mero acaso...)

Ora, vá morder o Sócrates, sff. Vinga-se da Raiva e presta um serviço público ao país. Deixe lá as crianças inocentes em Paz. (Um Tigre não tem discernimento? Eu sei lá!...) Só sei que os Tigres atacam e matam quando têm fome... não é ao desbarato... Matar quantos mais melhor... e logo crianças!

TPC para o Anger-Tigre: REler, REver o post da sua própria autoria: "O Brutal Reencontro".

(Ah, não se deixe quebrar (acho muito bem), não deixe que mais ninguém o dome (dome-se a si próprio, se e quando quiser... como quiser... faça de si uma obra de Arte, se bem entender...) escolha bem o seu destino... tem criatividade suficiente para fazer óptimas escolhas... não é qualquer um que tem Arte e saber para se esculpir a si próprio: não requer muita matéria, temo-la à mão...só necessita de um bom "cinzel" e muita persistência...)

See you later Alligator! :D :D.D

Essa do livre-arbítrio, apesar de estar muito condicionado por variadíssimos factores..., vale a pena usar, pensando 2xs primeiro, os Tigres pensam?!? :D


De S a 7 de Novembro de 2009 às 22:08
Mais um belíssimo post..

Com o mais importante desta vida, o querer viver.
Ânsia de viver, viver ao máximo.. mas viver ao máximo implica sermos sermos felizes, na implementação prática do verbo viver.

Acima de tudo, o mais importante e que nem todos sabemos..o saber viver pois, o viver não custa, custa é saber viver.

É feliz Mr Anger?...

Beijos e uma Gute Nacht.

Continue a escrever ;)



De Mr Anger a 8 de Novembro de 2009 às 18:38
Cara S,

Obrigado pelas (doces) palavras. Tem toda a razão, parece-me sensata ao pensar assim :)

Se sou feliz ? Respondo-lhe com a música do vinil que roda cá por casa neste preciso momento (Me And Julio Down By The School Yard Lyrics)

"Well I'm on my way
I don't know where I'm going
I'm on my way I'm taking my time
But I don'l know where"

e com algo que já escrevi anteriormente

"A verdadeira felicidade está presente na gota de água que nos cai na boca quando temos sede... e também na escolha errada de tentar atravessar o deserto..."

Boa noite e bom resto de Domingo, volte sempre,


Mr Anger


De Ironia a 8 de Novembro de 2009 às 20:01
Mister,

Posso voltar a comentar, sem ironia?
Gostei do parênteses (olha para ti, sou eu).
A travessia do deserto, tão única (assim parece), mais cedo ou mais tarde calha a todos... (menos aos que morrem na flor da vida...)
Às vezes calha cedo de mais, descobrimos que estamos no mundo por nossa conta e risco, temos de nos defender, quiçá atacar, e agimos como Tigres, contra tudo e contra todos...
Nunca me esqueci da Obra "a Sibila" de Agustina Bessa-Luís, cheia de aforismos (cito de cor): "O que nos une é a dor, o que nos separa são os êxitos individuais" (Que me desculpe a Agustina, porque as palavras não são estas, mas tenho a certeza de que estou a ser fiel ao conteúdo).
Esta é uma forma de dor lancinante, canta uma das piores dores, uma travessia do deserto, onde se rejeita companhia: A Saudade.

http://video.google.com/videoplay?docid=5096737302266130327#

Ironia, menos, muito menos, irónica


De Forreta procura Avarento a 9 de Novembro de 2009 às 11:19
Vou tentar deixar lhe um comentário coerente ( juro que tambem sou capaz, ainda que não pareça).Este post esta muito denso, como uma selva que se espalha indomavelmente.Perante a dificuldade em ler tudo ao detalhe,vou comentar o que retive.

Penso que o problema principal esta em deixar se capturar.O Tigre por quem o subjugue, o Dom Sebastião pelo nevoeiro, e o mister pelo espelho.
O Tigre deve lutar enquanto esta livre, deve morder, matar ou morrer a tentar não ser preso, o dom sebastiao deve tentar fugir ao nevoeiro antes que se perca e o mister deve ver mais longe que a superficialidade ilusória do"(olha para ti, sou eu)".


Um tigre cativo por mais que rosne e morda não tera livre arbitrio, o dom Sebastião por mais dias de nevoeiro que a meteorologia anuncie, já se perdeu, não vai achar o caminho de volta.Ambos fecharam os olhos e o coração acelerado ( mas que nunca bateu sem ser de revolta e frustação ) parou.

Só resta uma hipotese a quem ainda luta contra o espelho, a liberdade de mudar o "olha para ti, sou eu" por um "não sou o que estas a ver, sou muito mais do que apenas isto!" És so aparentemente parecido comigo, não sentes, não falas, não vives e o bater do teu coração não ecoa feroz no peito" " Eu estou vivo, tu só reflectes sobre isso!"


De Ironia a 9 de Novembro de 2009 às 20:41
Bom comentário, Forreta!
Ah não se endivide comigo... costumo ser parca nos elogios...
Aceito já uma nota grande :-)


De Forreta procura Avarento a 10 de Novembro de 2009 às 14:48
Eu de novo...Mr. Anger "O Tigre não faz ron ron"?
Pois não...faz rom rom.
Até porque senão não rima com bom.



De Mr Anger a 10 de Novembro de 2009 às 15:09
Hmm,

Estou espantado... mas confesse, conseguiu pensar isso tudo sozinha ?!

Coma uma banana que isso é capaz de ser falta de potássio :D (fazer mal não lhe faz)


Mr Anger


De Forreta procura Avarento a 12 de Novembro de 2009 às 09:48
Isso foi para mim?Se foi, esse "mal não lhe faz", ia obrigar me a uma longa explanação sobre o meu trato intestinal e o efeito banana.Como não queremos isso, e dado que embirrei consigo,vou me embora.:D


De Ironia a 10 de Novembro de 2009 às 15:36
Desta vez discordo, amiga, pronuncie lá em voz alta e veja se ron-ron, não rima com bom-bom. É preciso ter ouvido para a musicalidade!
Hoje ando muito virada para os doces, Ó p'ra mim tão docinha... :D


De Mia a 11 de Novembro de 2009 às 16:27
Mr . Anger :

Talvez não possa cortar com todas as amarras que o fazem sentir um leão enjaulado. Ou talvez possa e não saiba ou quiçá , falte a coragem. Mas quando a raiva da impotência o faz explodir em tais exageros (como o tal do braço da criança) é urgente fazer alguma coisa. Reaja. Não espere pelo dia em que vai virar a mesa e destruir tudo sem distinção. Pode pensar que depois será mais fácil construir do nada. Mas não é. Guarde o que é bom. Um tigre pode fazer ron ron . E aos poucos vá corrigindo o que está mal. Responda na hora. Não se cale nem guarde para depois. Reivindique. Grite (até aqui no blogue se for preciso) e perdoe....os outros e você mesmo. Porque somos inevitavelmente imperfeitos mas a destruição não é a resposta. (E perdoe-me por estar aqui a dar conselhos como se não tivesse um espelho...)


De Ironia a 11 de Novembro de 2009 às 20:13
Mia,
Estranhei tanto este comentário vindo parar ao gmail. :D :D

Logo vi que a conversa não era comigo!

Miau-miau


De heidi a 15 de Novembro de 2009 às 18:50
Todos temos um tigre dentro de nós, pronto para se revoltar contra tudo o que nos prende os pulsos... a garganta... as pernas... as amarras com fio contínuo. Do barco que nos leva vezes sem conta ao mesmo ponto de onde partimos. Mesmo quando lutamos extenuados contra a corrente. Somos um tigre... uma alma que tenta libertar-se. Que se solta, e arremata contra o seu opressor. Aquele fio na garganta que desata a verborreia de sensações... de palavras e de omissões acumulados no dia-a-dia. Somos... e não somos. Porque continuamos com ele cá dentro... mas sem usar a sua força. A sua destreza. A sua paciência para se apoderar da vitima. Aquele deitar e esperar... observar... sempre observar... questionando-se sobre qual será o melhor momento para atacar. Estudando. Matar. Sim. Matar. Usar as presas e alimentar-se daquele sangue. O tal que nos dará força para esperar pela próxima vez. Para atenuar a fome. No entanto... nas narinas, que se enchem... sempre fica aquele cheiro... o desejo de um novo sangue... fresco. Limpo. Talvez na próxima vez...



De D C a 19 de Novembro de 2009 às 22:08
http://www.youtube.com/watch?v=0HtM0ITuFmQ


De Alguém a 21 de Novembro de 2009 às 18:54
Tomando estas palavras para representação do comportamento humano...
Todos nós ansiamos uma liberdade sem limites, mas na verdade essa mesma liberdade aterroriza-nos por não sabermos exactamente o que fazer com ela. Além de que nenhum humano conseguiria abdicar de todos os pequenos (ou grandes) luxos com os quais vive diariamente...

A Natureza é perfeita... até chegar ao ser Humano.

Aconselho a visualização do clip mais completo acerca do leão "Christian": http://www.youtube.com/watch?v=cvCjyWp3rEk&NR=1


De AUFDERMAUR a 23 de Novembro de 2009 às 03:43
Quando eu era mais nova costumava pôr a minha liberdade acima de tudo. Acima do amor, da felicidade, da saúde, enfim, acima de tudo e de todos. Passei muitos anos sem saber o que isso era e quando ma deram eu agarrei-a com unhas e dentes e ao longo dos anos fui afastando da minha vida todas as pessoas que tentaram interferir com ela. Hoje em dia já não penso assim, apenas quero a liberdade de ser eu própria. Não quero ser livre das pessoas que me amam e, sim confesso, não quero ser livre desses pequenos luxos que tanto me custaram (ou não) a conquistar.

PS- Não deixa de ser engraçado como nós vamos mudando ao longo da vida e, às vezes, nem nos apercebemos disso... até que lemos ou ouvimos alguma coisa (seja num blog, num livro, na televisão, numa conversa) e dá-mos por nós a pensar "Caramba, a pessoa que eu era antigamente e a pessoa que eu sou hoje! Acho que estou a ficar velha" :)

Mel


De heidi a 23 de Novembro de 2009 às 11:16
Está velha ou está mais matura? ;)
Não se trata da idade... tudo roda à volta da nossa experiência de vida. Existem pessoas que por mais anos que passem, não aprendem. Sim.... porque para crescermos nesse nivel... há que ceder... e compreender coisas... ultrapassar ideias... é como construir uma casa. Primeiro cimentar as bases... e só depois passar à fase seguinte. :)


De AUFDERMAUR a 23 de Novembro de 2009 às 19:09
E estar mais matura não significa inevitavelmente estar mais velha? A maturidade adquire-se (ou não) ao longo da vida. É estranho para mim ser neste momento como sou. Quando eu era mais nova detestava pessoas maturas, achava-as chatas, aborrecidas, sérias de mais... Enfim, pessoas que não sabiam viver a vida. Aliás, uma das músicas/letras com que eu mais me identificava dizia: "When I grow up I'll be stable/ Whe I grow up I'll turn the tables/ Trying hard to fit among you, floating out to wonderland". É estranho eu estar a fazer e defender coisas que eu passei anos a fio a dizer que JAMAIS iria fazer... Mas é esse o curso natural da vida, certo?

Mel


De Alguém a 21 de Novembro de 2009 às 18:58
Mr. Anger, deixo este comentário separado do meu anterior por ser apenas um reparo. Em tantos post's tão bem escritos por si, fiquei surpreendida ao ver neste um grave erro gramatical... nada minimamente comum em si, meu caro!

Aposto que o vai descobrir rapidamente... ;)


Aquele abraço! =)


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